quarta-feira, 26 de abril de 2017

Árvore de Natal


Àrvore de Natal feita com mãozinhas da xunandinha se alguém quiser os moldes é só pedir, até à próxima.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Flores e Fruto


Em zonas agrestes onde se pensa que nada há por vezes existem doces Piteiras saídas do meio do nada, de pedregulhos gastos pelo tempo pedras que serviram de descanso a quem caminha sob o sol quente ou chuva ou orvalho da manhã e enquanto descansa pensa a beleza nada diz esta piteira dá um bom xarope para a tosse e o figo que é muito bom para comer e também floresce uma linda flor ora amarela ora rosa  e a piteira pode dar uma boa sombra, mas vive protegida seu corpo é revestido que picam tal picou a princesa adormecida a roca do fuso.

Esta é mais uma blogagem coletiva da nossa querida Chica e o esposo Neno

#52 Semanas de Gratião com Elaine Gaspareto



                                                         
#52 Semanas de Gratidão

XVI Semana


Era uma vez uma cadelita que começou por se aproximar de mim pela primeira vez uma das vezes que fui passar no Arripiado, muito sociável acreditei que andava por ali mas tinha um dono, informação que vim a saber negativa pois aparecera por ali vinda não se sabia de onde. A pouco e pouco sempre que nós chegávamos ela seguia-nos até nossa casa  e ficava muito grata por a deixar ficar e lhe dar alimentação.Até um dia em que me contaram sua história ela vivia no cemitério pois  deveria ter sido abandonada por alguém na estrada e que cavou um buraco na terra para se abrigar e para comer roia as velas todas para se alimentar ,havia uma segunda história que os donos tinham morrido e por isso vivia no cemitério ,eu sou sincera infelizmente acredito mais na primeira versão, até que começou a chegar perto de umas senhoras em visita ao Cemitério e seguiu-as e começou a frequentar o largo do Oleiro onde pessoas passavam de propósito para lhe dar de comer e lhe deram o nome de Ventoínha porque ela desaparecia e derrepente aparecia outra vez andava sempre a passear, nós achamos o nome fatela mas certo é que  sempre que lá estavavamos ela seguia-nos e dormia lá em casa depois ía ao Largo como a dizer eu estou aqui ,mas logo logo voltava a aparecer na nossa casa, fiquei grata por ter arranjado uma amiga leal, pois era visita da casa de todos os dias, comia e dormia lá e por volta das 7 horas da manhã sentia uma pancadinha nas costas ou nos braços  e eu já sabia que ela queria que abrisse o portão para ela sair e só quando chegava em casa ela desaparecia e lá fechava o portão o amor dela foi-se tornando mais intenso e a nossa gratidão era cada vez maior...( continua para sexta dia28)

                                                  

sábado, 22 de abril de 2017

Vamos brincar com a Chica?

Vamos Brincar com a Chica?   Claro que sim


Semana nº 13- 
Muitos dedos, mas  ter dedão sou campião.
Este sapato magoou muito o meu dedão.

O meu dedão do pé é elegante.



quinta-feira, 20 de abril de 2017

Duas almas Gémeas


Era um lago grande cheio de plantas aquáticas rodeado  de pedras que serviam de cerca nele viviam dois cisnes negros que se enamoraram e por isso passavam  a maior parte do tempo a beijar o que consegui roubar a atenção de dois olhinhos muito abertos de uma criança que gritava :- Mamã, Mamã, veja os dois cisnes estão a namorar e formam um coração quando unem os bicos, vem! Vem ver...

Receita das filhoses da Beira Baixa( Bombom)

Filhoses da Beira Baixa ( da Bombom)

1 kg de farinha de trigo (sem fermento T55)
250g de açúcar
6 ovos
1/5 copo de aguardente (50ml)
1/5 copo de azeite (50ml)
1 saqueta de fermento seco de padeiro (Fermipan)
1 colher de chá de canela em pó
1 colher de chá de erva doce em pó
raspa de limão (opcional)

Deita-se a farinha num alguidar e abre-se uma cova no meio.
Num tachinho, batem-se os ovos ligeiramente, junta-se o azeite e a aguardente, o açúcar, a canela e a erva doce e leva-se ao lume a amornar.
Quando estiver quentinho, verte-se este preparado para o meio da farinha.
Amorna-se um pouco de água e dissolve-se o fermento. Junta-se ao preparado anterior e vão-se envolvendo os líquidos, a pouco e pouco, com a farinha e com a ajuda de uma vara como a da foto.



Depois de bem batido, cobre-se o alguidar com um plástico e um cobertor por cima e deixa-se levedar de um dia para o outro (cerca de 8 horas).
No dia seguinte fritam-se *pequenas porções de massa em óleo bem quente.

* A fritura tem uma técnica especial para dar forma às filhós, de modo que estas fiquem fininhas e estaladiças por dentro e mais grossas em volta. Éste é um trabalho que tem de ser feito a dois: um a tender e outro a fritar. Aqui ficam as fotos correspondentes, com a respectiva legenda.

1 - A massa já "finta" (levedada) no alguidar, de consistência mole.

Filhoses da terra da Bombom