terça-feira, 25 de abril de 2017

Flores e Fruto


Em zonas agrestes onde se pensa que nada há por vezes existem doces Piteiras saídas do meio do nada, de pedregulhos gastos pelo tempo pedras que serviram de descanso a quem caminha sob o sol quente ou chuva ou orvalho da manhã e enquanto descansa pensa a beleza nada diz esta piteira dá um bom xarope para a tosse e o figo que é muito bom para comer e também floresce uma linda flor ora amarela ora rosa  e a piteira pode dar uma boa sombra, mas vive protegida seu corpo é revestido que picam tal picou a princesa adormecida a roca do fuso.

Esta é mais uma blogagem coletiva da nossa querida Chica e o esposo Neno

#52 Semanas de Gratião com Elaine Gaspareto



                                                         
#52 Semanas de Gratidão

XVI Semana


Era uma vez uma cadelita que começou por se aproximar de mim pela primeira vez uma das vezes que fui passar no Arripiado, muito sociável acreditei que andava por ali mas tinha um dono, informação que vim a saber negativa pois aparecera por ali vinda não se sabia de onde. A pouco e pouco sempre que nós chegávamos ela seguia-nos até nossa casa  e ficava muito grata por a deixar ficar e lhe dar alimentação.Até um dia em que me contaram sua história ela vivia no cemitério pois  deveria ter sido abandonada por alguém na estrada e que cavou um buraco na terra para se abrigar e para comer roia as velas todas para se alimentar ,havia uma segunda história que os donos tinham morrido e por isso vivia no cemitério ,eu sou sincera infelizmente acredito mais na primeira versão, até que começou a chegar perto de umas senhoras em visita ao Cemitério e seguiu-as e começou a frequentar o largo do Oleiro onde pessoas passavam de propósito para lhe dar de comer e lhe deram o nome de Ventoínha porque ela desaparecia e derrepente aparecia outra vez andava sempre a passear, nós achamos o nome fatela mas certo é que  sempre que lá estavavamos ela seguia-nos e dormia lá em casa depois ía ao Largo como a dizer eu estou aqui ,mas logo logo voltava a aparecer na nossa casa, fiquei grata por ter arranjado uma amiga leal, pois era visita da casa de todos os dias, comia e dormia lá e por volta das 7 horas da manhã sentia uma pancadinha nas costas ou nos braços  e eu já sabia que ela queria que abrisse o portão para ela sair e só quando chegava em casa ela desaparecia e lá fechava o portão o amor dela foi-se tornando mais intenso e a nossa gratidão era cada vez maior...( continua para sexta dia28)

                                                  

Poetizando e Encantando n-36

                                  Poetizando e Encantando n-36                             Ó mar salgado vem banhar-te cont...